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Ex-advogado de mulher que acusa Neymar diz que ela não relatou estupro

Ex-advogado de mulher que acusa Neymar diz que ela não relatou estupro


Crédito: Lucas Figueiredo/CBF

O escritório Fernandes e Abreu Advogados rescindiu o contrato com a mulher que acusa Neymar de estupro. De acordo com o advogado José Edgard da Cunha Bueno Filho, ela teria mentido e mudado a acusação inicial, além de ter admitido que a relação sexual com o craque da seleção brasileira foi consensual.

Em uma carta divulgada pelo Jornal Nacional, nesta segunda-feira (03), mostra a rescisão assinada pelo advogado e a justificativa. “Eu fui contra qualquer medida bombástica. E até que chegou num momento, de forma mais dura, ela ter acusado a minha ética profissional a respeito do que eu estaria fazendo.”

Na carta, José Edgard da Cunha Bueno Filho afirma que a acusadora registrou, no dia 31 de maio, “boletim de ocorrência no qual capitou o fato ocorrido como estupro, ou seja, alegação totalmente dissociada dos fatos descritos por você aos nossos sócios, já que sempre afirmou que a relação mantida com Neymar Jr. foi consensual”.

Logo depois ele acrescenta que a vítima relatou que Neymar virou “uma pessoa violenta, agredindo-a, sendo esse fato típico central (agressão) pelo qual ele deveria responsabilizado cível e criminalmente”.

Segundo o mesmo, no entanto, “por raiva ou vingança”, a mulher, que tem seu nome mantido em sigilo policial, acusa o jogador por “fatos descritos em desacordo com a realidade manifestada aos seus patronos, ou seja, compareceu à delegacia, relatando que teria sido vítima de estupro, quando, na realidade que nos foi demonstrada e ratificada por várias vezes, teria sido vítima de agressões”.

Em nota, o advogado de defesa de Neymar, Gustavo Xisto, afirma:

“Como já revelado pelo sr. Neymar mais cedo na imprensa, de fato foi realizada uma reunião no dia 29 passado, em sua residência na cidade de São Paulo, em que estiveram presentes dois dos seus advogados, uma outra testemunha e o advogado que representava os interesses da suposta vítima. Na oportunidade foi solicitada uma compensação financeira (“cala boca”) para que a suposta vítima não relatasse as alegadas agressões às Autoridades Policiais.

Na oportunidade não foi apresentado nenhum laudo médico, tampouco vídeo, apenas fotografias.

Na data de hoje a defesa teve acesso ao Procedimento Investigatório, analisando as declarações e documentos apresentados. Diante do sigilo não podemos nos pronunciar sobre os seus elementos e conteúdo.



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