bancários

O ponto em comum entre banqueiros e sindicalistas

Rodrigo Maia quer o apoio da família Gomes


A Febraban ficou irritada com a MP que acabou, ao menos por enquanto, com a farra da contribuição sindical, que continuava a ser cobrada por decisão de assembleias de pelegos e o aval do sindicalismo de toga.

O passa-moleque funcionava como moeda para evitar greves de bancários: os bancos negociavam a continuidade da contribuição com o sindicato e, em troca, ele não promovia paralisações por reajustes salariais.

Tudo com o chapéu do trabalhador, claro. Banqueiros e sindicalistas têm esse ponto em comum.

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